quarta-feira, 26 de junho de 2019

O neoliberalismo e a democracia

Para a aula do dia 01/07, indica-se a leitura do capítulo 5 do livro "O caminho da Servidão" de F. A. Hayek, disponível em:

O Caminho da Servidão - F.A. Hayek

Depois de numerar os parágrafos, procure identificar as partes do texto (cujos títulos estão dados no índice) e a ideia central de cada uma delas.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Rumo ao neoliberalismo

Na aula do dia 26/06 começaremos a ler alguns textos dos autores identificados com o assim chamado "neoliberalismo". O primeiro texto será o capítulo 1 do livro "Liberalismo" de L. von Mises, disponível em: Liberalismo (Mises)


O exercício consistirá em destacar a ideia central de cada uma das 13 seções do capítulo.

domingo, 16 de junho de 2019

Schumpeter. Capitalismo, socialismo e democracia (Parte IV)

Vamos analisar a Parte IV do livro de J. Schumpeter, Capitalismo, socialismo e democracia, em duas etapas. Na primeira, vamos analisar o Capítulo 21, chamado "A DOUTRINA CLÁSSICA DA DEMOCRACIA", na segunda, o Capítulo 22, "OUTRA TEORIA DE DEMOCRACIA".

Para o exercício a ser entregue na aula do dia 19/06, peço que destaquem a ideia central de cada uma das quatro partes do capítulo 21.

Para o exercício a ser entregue na aula do dia 24/06, peço que destaquem, do capítulo 22, a ideia central da parte I  e das 5 seções da parte II.

Vou comentar nas aulas expositivas o conteúdo dos capítulos 20 e 23

quarta-feira, 12 de junho de 2019

J. S. Mill, Sobre a liberdade, Sobre o governo representativo

O filósofo britânico John Stuart Mill (1806-1873), escreveu extensamente diversos assuntos. Algumas de suas obras, como a Lógica, Sobre a Liberdade, Sobre a Sujeição das Mulheres, Considerações Sobre o Governo Representativo se tornaram clássicos em suas áreas. Certamente, Mill foi um dos principais filósofos de sua época, e um dos maiores pensadores liberais de todos os tempos.
Para a aula sobre "liberalismo e utilitarismo", vamos analisar trechos de Sobre a Liberdade e Sobre o Governo Representativo. Esses trechos estão selecionados no volume 2 dos Clássicos da Política, organizado por F. Weffort (veja link abaixo, páginas 200-223):

Os clássicos da política vol2

Faça uma resenha do texto indicando os argumentos e a ideia central de cada uma das 3 partes.


domingo, 9 de junho de 2019

Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos (B. Constant)

CONSTANT, Benjamin. Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos. Trad. Loura Silveira. Filosofia Política n. 2, 1985, p. 7-25.

Disponível em: http://caosmose.net/candido/unisinos/textos/benjamin.pdf

Trata-se de Discurso pronunciado no Athénée royal de Paris em 1819.

Texto que constitui uma referência clássico do liberalismo.

Para a aula da próxima quarta-feira, dia 12/06, peço um fichamento do texto, em que se apresenta de forma bem esquemática uma divisão de suas partes principais e as teses de cada uma delas.

Esquema do texto

I. Análise das 2 formas de liberdade
I. 1. Interessante por permitir descobrir a confusão entre as duas
I. 2. e por permitir apreciar a vantagem do governo representativo
I. 3. Exemplos dos lacedemônios e gauleses

II. Liberdade moderna em contraste com a liberdade antiga
II. 1. Definição de liberdade moderna
II. 2. Definição de liberdade antiga
II. 3. O indivíduo na Antiguidade
II. 4. O indivíduo na modernidade

III. Origem das diferenças
 - O contraste entre guerra e comércio

IV. A admiração pelos antigos
IV. 1. A razão da admiração
IV. 2. O erro dos "reformadores"
IV. 3. Rousseau, Mably e Montesquieu
IV. 4. As piores instituições da Antiguidade: o ostracismo e o a censura

V. A prioridade da liberdade moderna

VI. A contenção da autoridade
VI. 1. O comércio e o dinheiro
VI. 2. A necessidade do sistema representativo
VI. 3. Os perigos da liberdade

VII. A necessidade de aperfeiçoamento
- A necessidade de combinar as duas liberdades

"Democracia e ditadura" (Bobbio, Estado, Governo, Sociedade, cap. IV)

1. A democracia na teoria das formas do governo

2. O uso descritivo

3. O uso prescritivo

4. O uso histórico

5. A democracia dos modernos

6. Democracia representativa e democracia direta

7. Democracia política e democracia social

8. Democracia formal e democracia substancial

9. A ditadura dos antigos

10. A ditadura dos modernos

11. A ditadura revolucionária

Análise, comentário e interpretação de textos

Análise, comentário e interpretação de textos

  • Análise de texto: explicação expressa e explícita de um trecho preciso e delimitado de texto posto em questão – tem como objetivo o esclarecimento do texto
            A análise de texto procura provar para o leitor que o trecho preciso de texto diz alguma coisa, mostrando as razões para isso no próprio texto em questão.
    1. é indispensável apresentar razões para ler o texto da forma proposta;
    2. estas razões têm que ser tiradas do texto em questão;
    3. de pouco ou nada adianta tomar as razões da análise de outro lugar.

  • Explicação de texto: consiste em enunciar o que há num texto dado, nem mais nem menos. Explicar é desdobrar, mostrar o que está exposto, pressuposto, implicado, subentendido ou calado por um autor preciso, num lugar bem circunscrito. A explicação não se contenta em bordar sobre o que aparece, ela evidencia o que está envolvido, realça as expressões mais carregadas de sentido, faz sobressair o que está presente em baixo-relevo, classifica os elementos segundo sua importância para o movimento do pensamento e não segundo o lugar que ocupam fisicamente, detalha as articulações geralmente implícitas ou rapidamente assinaladas por termos de ligação, a fim de produzir uma argumentação racional.
            - A explicação do texto não é um pretexto para dissertar, não é um comentário e muito menos uma paráfrase ou uma reprodução pontilhista ao pé da letra.  A análise desdobra o sentido, enquanto a paráfrase e o pontilhismo o destrói.

  • Comentário de texto: não tem como objetivo apenas expor o que um autor disse num texto preciso, mas estabelecer um diálogo com ele, a fim de dar ao texto considerado sua função no interior da obra da qual é extraído e de apreciar seu papel no pensamento do autor.
      - a explicação está a serviço de um texto, o comentário interroga seu autor (sua obra, seu pensamento)
      - a explicação parte do texto e se restringe ao texto, o comentário parte do texto e não se restringe a ele;
      - a explicação pode ignorar elementos externos ao texto (a história, o conhecimento da doutrina do autor, etc), já o comentário se alimenta desses elementos.
      O comentário é também uma tentativa de solução de um ou mais problemas de análise, relacionados entre si ou não, suprindo com novos dados e novas análises uma ou mais análises prévias que terminaram em problemas. O comentário tenta recuperar a integridade da fisionomia expressiva ou argumentativa de um texto trazendo outros textos, outros fatos, contextos e razões que superam aquilo que já estava presente no texto comentado. Contudo, os comentários nem sempre alinham os diversos comentadores nos mesmos partidos, permitindo soluções diferentes para os problemas postos pela análise. Isso abre espaço para as leituras mais amplas que interpretam os autores, fundadas em análises e comentários diversos, que vão ser julgados em sua coerência. Por fim, a crítica coloca em questão as razões oferecidas pelo autor na defesa de uma tese.



segunda-feira, 3 de junho de 2019

Ementa, programa e bibliografia da disciplina


FILOSOFIA POLÍTICA: PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS
Código: BH1208
Quadrimestre: 10o
T-P-I: 4-0-4
Recomendação: não há
Carga Horária: 48 horas
Ementa antiga: Nesta disciplina serão examinados alguns dos principais problemas que se referem à natureza das relações sociais nas sociedades contemporâneas. Assim, dentre outros, serão tratados temas relacionados à violência, pluralismo, justiça, alteridade.
Ementa nova: Partindo da leitura de autoras e autores contemporâneos, esta disciplina se debruça sobre questões, debates ou correntes teóricas importantes na área de filosofia política hoje. Dentre os diversos recortes possíveis, estão a reconstrução do debate entre liberais e comunitaristas, bem como a análise de diferentes teorias da justiça e da democracia. Também questões como liberdade, tolerância, reconhecimento, inclusão, direito, jusnaturalismo, juspositivismo e progresso, dentre outras, poderão ser adotadas como fio condutor do curso. O tema ou conjunto de temas a serem trabalhados na disciplina, assim como a bibliografia são meramente indicativos e poderão variar conforme o eixo de investigação escolhido pelo professor e enunciado no plano de ensino.
Proposta para 2019: A crise da democracia liberal
A conjuntura política no Brasil e no mundo atesta um descontentamento generalizado com relação à democracia representativa, que tem se expressado na radicalização das oposições e no advento de regimes autocráticos. Trata-se então de discutir o significado da democracia, inicialmente a partir do liberalismo moderno e contemporâneo, a crítica ao modelo liberal de democracia, as alternativas a ele e sua crise na atualidade. Para isso, mobilizaremos algumas teorias contemporâneas da democracia e discutiremos algumas análises atuais sobre a crise e suas alternativas.
Horário: segundas-feiras das 19:00 às 21:00 horas e quartas-feiras  21:00 às 23:00 horas.
Sala: A1-S104-SBC

Programa do curso

Introdução
  1. 03/06 – Apresentação do curso
  2. 05/06 – O significado de democracia
(Bobbio, Estado, Governo, Sociedade, cap. IV)

  1. 10/06 – Aula inaugural dos cursos de Filosofia da UFABC

Parte I – Democracia e liberalismo

  1. 12/06 – Liberdade dos antigos e liberdade dos modernos
(Benjamin Constant “Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos”)

  1. 17/06 – Liberalismo e utilitarismo
(J. S. Mill, Sobre a liberdade, Sobre o governo representativo – edição “clássicos da política)

  1. 19/06 –  Os problemas da democracia
(Schumpeter, Capitalismo, socialismo e democracia, Parte IV, capítulo 21)

  1. 24/06 – O elitismo democrático
(Schumpeter, Capitalismo, socialismo e democracia, Parte IV, capítulo 22)

  1. 26/06 – Rumo ao neoliberalismo
(L. von Mises, Liberalismo, cap. I)

  1. 01/07 – Neoliberalismo e democracia
(Hayek, O caminho da servidão, Cap. 5)

  1. 03/07 – A crítica ao neoliberalismo
(D. Harvey, Neoliberalismo, cap. 1)

Parte II – Democracia e socialismo

  1. 10/07 – Democracia no jovem Marx
(Marx, Sobre a questão judaica)

  1. 17/07 – Democracia e revolução comunista
 (Lenin, O estado e a revolução, cap. 1)

  1. 22/07 – “Primeiro como tragédia, depois como farsa”
(Marx, O 18 Brumário de Luiz Bonaparte, I, II e III)

  1. 24/07 – A teoria marxista do golpe de Estado
(Marx, O 18 Brumário de Luiz Bonaparte, IV - VII)

Parte III – A crise da democracia liberal

  1. 29/07 – O esgotamento da democracia liberal
(P. Dardot e C. Laval, A nova razão do mundo)

  1. 31/07 – A ruptura
(M. Castells, Ruptura)

  1. 05/08 – Aula Suspensa

  1. 07/08 – Como estão morrendo as democracias
(S. Levitsky, D. Ziblatt. Como as democracias morrem)

  1. 12/08 – O que resta da democracia no Brasil?
(Democracia em risco?)

  1. 14/08 – A  revolta conservadora
(E. Solano. O ódio como política)

Parte V – O fim da democracia: autoritarismo e violência

  1. 21/08 – Releituras de 1964
(E. Teles, V. Safatle, O que resta da ditadura)

  1. 26/08 – A restauração da lei e da ordem
(Agamben, Estado de Exceção)

  1. 28/08 – “O bom uso da tortura” – democracia e violência
(M. Terestschenko, O bom uso da tortura ou como as democracias justificam o injustificável.)

  1. 02/09 – Publicação das notas e avaliação do curso

Avaliações:
  1. Resenhas: 50%
  2. Trabalho final: 50%

Resenha: Cada resenha entregue valerá 1 ponto. Serão mais de 10 textos estudados durante o curso (cada um deles servirá de base para uma aula), de modo que não será necessário resenhar todos os textos para obter os 10 pontos.
Formato do trabalho: Pequena redação sobre o tema: “Qual o futuro da democracia?”
Formato: Pequena monografia com máximo de 20 mil toques (de preferência em formato Word Times New Roman, fonte 12, espaço 1,5) desenvolvendo o tema acima. Qualquer sinal de plágio resultará em anulação do trabalho e reprovação na disciplina.
A monografia deve ser entregue presencialmente em formato impresso até o início da aula do dia 28/08/2019.

Atividade de apoio
Atendimento no horário das 17 às 21 horas às quartas-feiras na sala 201 do bloco Delta
Agendar por e-mail: flamarion.ramos@ufabc.edu.br

Consulta ao blog:
https://ufabcdemocracia.blogspot.com/

Bibliografia Básica
AA. VV. Democracia em risco? 22 ensaios sobre o Brasil hoje. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
AGAMBEN, Giorgio. Estado de Exceção. São Paulo, Boitempo: 2004.
BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia: uma defesa das regras do jogo. Rio de Janeiro:Paz e Terra, 1984.
BOBBIO, Norberto. Liberalismo e democracia. Tradução de Marco Aurélio Nogueira. São Paulo, SP: Brasiliense, 1988.
BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
CASTELLS, M. Ruptura: a crise da democracia liberal. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.
DAHL, Robert. A democracia e seus críticos. São Paulo: Martins Fontes: 2012.
FRATESCHI, Y., MELO, R., RAMOS, F. Manual de filosofia política. São Paulo: Editora Saraiva, 2012.
LEVITSKY, S., ZIBLATT, D. Como as democracias morrem. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.


Bibliografia Complementar
AGAMBEN, Giorgio. Estado de Exceção. São Paulo, Boitempo: 2004.
ARANTES, P. O novo tempo do mundo e outros estudos sobre a era da emergência.
São Paulo: Boitempo, 2014.
ARENDT, H. Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
ARENDT, H. Crises da República. São Paulo: Perspectiva, 2008.
ARENDT, H. Sobre a violência. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

BERLIN, I. Quatro ensaios sobre a liberdade. Brasília : UNB, 1981
BERLIN, I. “Dois conceitos de liberdade”. In :_____. Estudos sobre a Humanidade – Uma antologia de ensaios. São Paulo : Companhia das Letras, 2002, pp. 226-272.
BURKE, E. Reflexões Sobre A Revolução na França. São Paulo: Edipro, 2014.
CONSTANT, Benjamin. “Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos”. Trad. Loura Silveira. In: Revista Filosofia Política n. 2, 1985, p. 7-25.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. Tradução de Mariana Echalar. São Paulo, SP: Boitempo, 2016.
DOWNS, Anthony. Uma teoria econômica da democracia. Tradução de Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos. São Paulo, SP: Edusp, 1999.
FAUSTO, R. A esquerda difícil. Em torno do paradigma e do destino das revoluções do século XX e alguns outros temas. São Paulo: Perspectiva, 2007.
GIANNOTTI, J. A; MOUTINHO, L. D. Os limites da política: uma divergência. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
HABERMAS, J. Direito e democracia. Entre facticidade e validade. 2 vols. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003.
HARDT, M.; NEGRI, T. Multidão – Guerra e democracia na era do Império. Rio de Janeiro: Record, 2005.
HARVEY, D. O neoliberalismo: história e Implicações. São Paulo: Loyola, 2012.
HAYEK, Friedrich von. O caminho da servidão. Rio de Janeiro: Instituo Liberal, 1990.
HOBSBAWM, E. Como mudar o mundo: Marx e o marxismo, 1840-2011. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
LEBRUN, Gerard. O que é poder? São Paulo: Brasiliense, 1984.
LIICEANU, Gabriel. Do ódio. Campinas: Vide Editorial, 2014.
LOCKE, John. Dois Tratados sobre o governo. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
LOSURDO, D. Hegel, Marx e a tradição liberal. São Paulo: UNESP, 1998.
LOSURDO, Domenico. Contra-história do liberalismo. Aparecida, SP: Idéias e Letras, 2006.
LOSURDO, Domenico. A luta de classes: Uma história política e filosófica. São Paulo: Boitempo,  2015.
LOSURDO, Domenico. Guerra e revolução: o mundo um século após Outubro de 1917. São Paulo: Boitempo: 2017.
MARX, K. Manifesto comunista. São Paulo: Boitempo, 1999.
MARX, K. Crítica da Filosofia do direito de Hegel, São Paulo: Boitempo, 2005.
MARX, K. Sobre a questão judaica. São Paulo: Boitempo, 2010.
MERQUIOR, J. G. O Liberalismo - Antigo e moderno. São Paulo: É Realizações, 2014.
MILL, J. S. A liberdade, Utilitarismo. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
MISES, Ludwig von. Liberalismo segundo a tradição clássica. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1987.
OLIVEIRA, Manfredo de A. Filosofia Política Contemporânea. Petrópolis: Vozes. 2003.
RIBEIRO, Renato Janine. A boa política: ensaios sobre a democracia na era da internet. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2017. 
SANDEL, Michael. Liberalism and Its Critics. New York: New York University Press, 1984.
SOLANO, E. (org). O ódio como política: a reinvenção da direita no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2018.
RANCIÈRE, J. O ódio à democracia. São Paulo: Boitempo, 2014.
SOUZA, Jessé (org.) Democracia hoje. Novos desafios para a teoria democrática contemporânea. Brasília, Editora UnB, 2001
SCHMITT, Carl. O conceito do político / Teoria do Partisan. Belo Horizonte: Del Rey, 2009.
SCHUMPETER, Joseph. Capitalismo, socialismo e democracia. São Paulo: Unesp, 2017.
TELES, E., SAFATLE, V. O que resta da ditadura. São Paulo: Boitempo, 2010.
TERESTSCHENKO, M. O bom uso da tortura ou como as democracias justificam o injustificável. São Paulo: Loyola, 2011.
TODOROV, Tzvetan. Os inimigos íntimos da democracia. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.


Democracia em colapso?

O Sesc São Paulo e a Boitempo realizam em parceria, entre os dias 15 e 19 de outubro, no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros, em São Paul...